Mulheres da periferia do Recife recebem alimentos saudáveis da agricultura familiar agroecológica

Produtos agroecológicos vão para a mesa de moradoras da periferia do Recife

No dia em que se comemora o Dia da Agricultora e do Agricultor (28), mulheres da comunidade de Passarinho, Zona Norte do Recife, amanhecem com a mesa recheada de alimentos saudáveis direto dos quintais da agricultura familiar agroecológica.

O Projeto Mulheres e Juventudes – pela Agroecologia e pelo Fim de Todas as Formas de Violência, executado pela Casa da Mulher do Nordeste e a Fetape, entregou cestas alimentares para 20 mulheres da comunidade de Passarinho, como forma de minimizar a fome que cresce nas cidades. Em parceria com a @redepelatransicao (agroecológica) e o @grupoespacomulher1999, o Projeto comprou produtos da @agroflorestadositio, Maciel Orgânicos – Chã Grande PE, @csayvy – Sergio Gwiri, @quitanda.agroecologica, @a_refloresta e João Agricultor orgânico, da Feira das Graças. Com alimentos frescos, a cesta foi composta por Hortaliças (Acelga, Alho-poró, Alface, Beldroega (panc), Berinjelas, Cebolinho, Cenoura, Coentro, Couve folha, Manjericão, Pimentas, Pimentões, Rúcula, Tomate-cereja), Raízes ( Macaxeira, Batata-doce, Inhame), Frutas ( Laranjas, Limões, Bananas) e Ervas medicinais (Erva-cidreira, Boldos, Citronela e Terramicina) e Própolis de Abelha.

Para Joelma Faustina, integrante do Grupo Espaço Mulher e moradora de Passarinho, se alimentar de verduras e frutas agroecológicas significa mais saúde para sua família. “Comer essas hortaliças e raízes nos dá mais força e saúde para enfrentar essa pandemia, sem falar que aumenta nossa imunidade”, disse.

 Joelma Faustina, moradora de Passarinho, já sabe que o consumo de alimentos agroecológicos é importante para sua saúde

A iniciativa irá percorrer as outras regiões nas próximas semanas, além da Região Metropolitana do Recife, também serão beneficiadas a Mata Sul, Agreste Meridional, Sertão do Pajeú e Sertão Central de Pernambuco.O projeto é executado com apoio da Agência de Cooperação Internacional Misereor, e conta com apoio da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Centro Sabiá e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

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